Menino foi levado pelo pai, Rodrigo de Carvalho, sem autorização dela, no dia 18 de abril. Desde então, a mãe não tinha notícias sobre o bebê.

Patrícia Paula Bull, mâe do pequeno Ravi, de apenas 10 meses, é cabeleireira e viu seu filho sendo levado por o pai do garoto sem autorização. Ela reencontrou o pequeno nesta quarta feira (01), após 14 dias sem vê-lo. O menino foi levado pelo pai sem autorização, no dia 18 de abril. Desde então, a mãe não tinha notícias sobre o bebê.

O pai do menino chama-se Rodrigo, foi localizado e preso, nesta terça feira (30), em uma casa localizada em Jardim Santo André, na zona oeste de São Paulo. Depois que o pai foi preso, e a criança foi localizada ela ficou sob os cuidados do Concelho Tutelar. A mãe de Ravi, embarcou para São Paulo na manhã desta quarta feira (1), acompanhada por uma agente da polícia Civil do Espirito Santo, para reencontrar o filho e trazê-lo de volta ao Espito Santo.

O bebê ficou feliz e sorridente ao lado de sua mãe. A previsão é de que a mãe e filho retornarem ao Espirito Santo em um voo por volta das 16h desta quarta feira. “Agora é um alívio, é muito bom estar com meu filho de volta” , disse patrícia após reencontrar o menino.

Patrícia mora com a mãe, o irmão e a filha mais velha do primeiro casamento, na zona rural de Santa Maria de Jetibá. Ela tinha uma união estável com Rodrigo. O relacionamento durou menos de dois anos. Rodrigo foi visitar a criança em um momento que a mãe não estava em casa, e levou o filho sem autorização. ” Ele levou apenas uma roupa, a certidão ele pegou, a caderneta de vacina, uma mamadeira e sumiu com o menino”, contou Patrícia. No terceiro mês de gestação do menino Ravi, Patrícia procurou a policia porque estava sofrendo agressões psicológicas, físicas e ameaças de morte.

Patrícia registrou três boletim de ocorrência contra Rodrigo. Há cerca de um mês conseguiu uma medida protetiva. Rodrigo deixou um bilhete na cama dizendo para Patrícia não se preocupar e que jamais aceitaria ficar sem o filho. Também afirmou que, se ela retirasse o pedido na Justiça poderia voltar. No dia seguinte ao bilhete, ele mandou uma mensagem no celular ameaçando se matar e matar o filho caso se separassem.